sexta-feira, 10 de outubro de 2014

TAMANHO REALMENTE IMPORTA QUANDO SE TRATA DE ORGASMO FEMININO



 A chave para o orgasmo feminino não está no tamanho do pênis, e sim do clitóris. Pelo menos é o que sugere um estudo do Hospital do Bom Samaritano de Cincinnati, em Ohio, Estados Unidos. De acordo com os pesquisadores, quanto maior e mais próximo o clitóris é da vagina, maior o prazer sexual.
A pesquisa utilizou imagens de ressonância magnética para digitalizar região pélvica de 30 mulheres com idade média de 32 anos. Dez delas relatavam problemas para atingir o orgasmo ou até mesmo nunca ter chegado lá, apesar das tentativas. O restante tinha uma experiência normal durante o sexo.
“Embora a função sexual adequada seja complexa, documentamos que o tamanho do clitóris e a localização pode ser primordial para impactar a função sexual, especificamente o orgasmo”, escreveu a equipe de pesquisadores em artigo publicado no “Journal of Sexual Medicine”.
Quanto menor e mais distante da vagina era o clitóris, mais as mulheres relatavam dificuldades em atingir o prazer sexual. Segundo o artigo, a descoberta pode ajudar a criar estratégias para o tratamento de mulheres que sofrem com disfunção sexual. A equipe de pesquisadores acredita que “embora essas características físicas não possam ser alteradas, a compreensão da fisiologia da resposta sexual feminina já é um avanço”.
- Não há nenhum ponto G. Há um ponto C, o clitóris - afirmou Susan Oakley, principal autora da pesquisa do Hospital Bom Samaritano ao “LiveScience“. - Ele é a fonte de muito prazer sexual para a mulher.
O clitóris
Durante a embriogênese, o desenvolvimento dos órgãos urinários e reprodutores começa igual para homens e mulheres e a genitália é chamada falo. Quando os hormônios sexuais começam a agir, ela se desenvolve e dá origem ao clitóris ou ao pênis, o que os torna homólogos. A cabeça ou glande do clitóris apresenta normalmente oito mil feixes de fibras nervosas, aproximadamente o dobro do que possui o pênis.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Ejaculação Feminina



 Este um dos grandes mistérios da sexualidade feminina e nem homens ou mulheres temos ideia do que consiste realmente

sábado, 13 de setembro de 2014

ULTRAPASSAMOS 1 MILHÃO DE VISITAS





Neste momento todo especial, quando o blog ultrapassou a marca de 1MILHÃO de visitas, gostaria de agradecer a todos que estiveram por aqui, mas em especial a Deus, ao meu esposo, amigos(as), aos 179 seguidores, as 716 curtidas em nossa página do facebook e aos 2069 membros do grupo amor sem fronteiras do face.
Afinal de contas, não é toda hora que atingimos um número assim tão expressivo!
ADM: THÂNYA

VEJA 16 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE PESSOAS CIUMENTAS.

 

Afinal, o que é o amor?

 O primeiro passo para identificar o amor é perceber em si mesmo outros sentimentos e motivações. Se for capaz de notar quando está com raiva, ódio e inveja, por exemplo, também terá mais facilidade para enxergar nitidamente a paixão, a atração sexual e, finalmente, o amor.
"Durante a vida toda, temos de distinguir o que sentimos do que pensamos. É preciso saber avaliar o que está ocorrendo internamente, a partir da observação e da reflexão", afirma Ferreira-Santos. 
A falta de autoconhecimento pode fazer com que muitos sentimentos sejam batizados de amor, mesmo sendo totalmente díspares, como é o caso do ciúme.

"Muitas pessoas acham que só porque sentem ciúme do outro estão amando. Mas isso indica carência, tentativa de controlar o outro e insegurança. Não é prova de amor", diz o psiquiatra, que também é autor do livro "Ciúme: o lado amargo do amor" (Editora Ágora).






















fonte:http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2013/11/26/voce-ja-se-perguntou-se-o-que-sente-e-amor-entenda-a-razao-da-sua-duvida.htm#fotoNav=12

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PEQUENOS GESTOS, GRANDES MUDANÇAS!!! saia da rotina



Tenho observado nas conversas com várias pessoas, o cansaço e até mesmo o aborrecimento com o marido ou a esposa, principalmente em casais com muitos anos de casados.
Há um desgaste natural com a rotina do dia após dia e esta é a razão principal para que nos preocupemos em fazer pequenas mudanças com certa constância.

Casamento feito e vivência de vários anos não são para se jogar fora por acúmulos de pequenos atritos que acabam desvalorizando uma bela vida em comum.

Estes atritos e diferenças mexem com todo o ambiente familiar – os filhos se ressentem vendo pai e mãe de caras feias, com palavras bruscas entre si. Não querem tomar partido, o que é mais do que natural, mas ficam divididos e assustados. Ainda mais porque vivem num mundo de muitas inseguranças e o lar é o único lugar onde devem se sentir bem, apoiados.
A conversa, sempre que se consegue uma oportunidade, deve ser resgatada. Cada um dos membros do casal precisa cuidar mais, com o passar do tempo, da sua aparência, da sua higiene pessoal e dos cuidados com o outro. Homem e mulher precisam deste trato e tem o dever de obrigação para com o outro de estar sempre buscando melhorar.

É comum cada um esperar do outro um pouco de si mesmo (a) e ficar chateado (a) com a realidade do outro (a) ser do jeito que é. Justamente casamos com outra pessoa e não conosco mesmos. Isso me fez lembrar um filme bobo a que assisti estes dias, onde a jovem acreditava que se bastava e não precisava de outra pessoa para se completar e resolve se casar com ela mesma. Deixando o absurdo do filme, mas aproveitando a idéia, vemos que no fundo queremos é estar conosco no outro. Complexo, não é? Mas a nossa mente é de fato muito confusa e às vezes nos prega peças deste gênero.

É necessário não cair nestas armadilhas, nem marido nem mulher, e fazer constantes investimentos no casal, (não vamos encontrar algo melhor nem seremos melhores com outros, porque é com este ou esta que casamos e já conhecemos na intimidade. Precisamos investir também no conhecimento mútuo e na preocupação de manter o ardor e o viço dos primeiros anos de casados.

fonte:http://www.negociosdefamilia.com.br/2010/06/casados-faz-tempo-e-agora.html